quarta-feira, 29 de maio de 2019

Hotel/Creche para cães em São Vicente 13 99178-4447


Ansiedade de separação : Como identificar o problema



Cachorros são pets muito companheiros e que se apegam bastante a sua família humana. Por conta desta característica, não é incomum que um cão sofra de ansiedade de separação nas mais variadas situações.

Entendendo o que é ansiedade de separação

Ansiedade de separação é uma condição de pânico que se manifesta em comportamentos destrutivos como arranhar portas e janelas, latir ou uivar constantemente, urinar e defecar pela casa (mesmo em cães treinados), e, em alguns casos, pode resultar no cachorro se machucando sozinho.

Ainda não se existe uma causa comprovada para que essa condição ocorra nos cães, no entanto muitos cachorros são sensíveis a mudanças e acabam desenvolvendo ansiedade.
Se você acredita que seu pet sofre de ansiedade de separação, procure um veterinário. Uma vez que você tenha certeza que ansiedade de separação em cães é o problema do seu amigo de quatro patas, é possível procurar soluções que o auxiliem a lidar melhor com isso.

É obvio que quanto mais sério o grau da ansiedade, maior vai ser o tempo e energia necessários para ajudar o seu cachorro. Alguns tipos de treino e exercícios podem ajudar muito seu pet.

Se o seu cachorro fica ansioso quando você sai de casa

A intenção aqui é desassociar certas ações com sua ausência. Geralmente pequenas ações – pegar as chaves, colocar os sapatos – são um sinal de que você vai sair e pode deixar seu cão ansioso. Com a prática, seu cão passa a entender que esses são atos normais e que não significam que você está o deixando.

Pratique se arrumar várias vezes ao dia durante vários dias, dar recompensas conforme você pega as chaves ou coloca sapatos e não sair de casa apesar de toda preparação.

Para quando você sair e voltar para casa

Não faça desses momentos uma grande coisa. O adeus muito afetivo ou um oi entusiasmado pode reforçar a ansiedade canina. Quando partir, simplesmente siga sua rotina e quando voltar, diga um oi tranquilo e continue com seus afazeres. Isso pode ser difícil para um tutor – nós amamos festejar com nossos amigos caninos -, mas pense que essas atitudes ajudarão seu cão a ficar mais calmo.

Ferramentas de auxílio para você e seu pet

O tratamento para a ansiedade de separação pode incluir objetos e ferramentas que ajudarão seu pet a lidar com o estresse. As soluções aqui são para auxiliar e não substituir o treinamento.

Recompensas e jogos: mastigar é um comportamento natural dos cães que os auxiliam em diversas funções, incluindo aliviar o estresse canino. Estimule seu cão a mastigar e brincar com itens apropriados.

Fragrâncias naturais: muitos difusores imitam aromas naturais que lembram os cães de suas mães e lhe conferem conforto e segurança. Manter esses aromas no ambiente enquanto você está fora pode auxiliar muito seu cachorro.
Suplementos calmantes: comprimidos mastigáveis e aditivos para água podem ser dados ao pet antes da sua partida, prevenindo a ansiedade. Esses suplementos são seguros para seu cachorro e muitos são feitos de ingredientes naturais. De qualquer forma, sempre consulte um veterinário antes de dar suplementos ao seu cão.

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sexta-feira, 24 de maio de 2019

Hotel, Creche Canina em São Vicente 13 99178-4447


Natação para cachorro: benefícios e cuidados



Ninguém duvida dos benefícios dos exercícios físicos para humanos e pets em geral. Mas você sabia que natação para cachorros é uma das melhores atividades para nossos amigos peludos? Além de ser muito divertida, esse treinamento estimula o organismo do pet em diversos aspectos, sendo extremamente benéfica!!

Benefícios da natação para cachorro

Como costuma ser verdade para a maior parte dos exercícios físicos, a natação para cachorro é muito boa. A atividade regular pode contribuir para a melhora de diversos índices de saúde, além de ajudar o pet a relaxar. Entre as vantagens que a terapia com água traz para o cachorro estão:
Melhora no condicionamento físico;
Melhora na imunidade;
Melhora na circulação,
Redução de stress.
Ah! Para os cachorros cheio de energia e que, muitas vezes, ficam entediados, a natação é um santo remédio, capaz de deixá-los mais tranquilos! Viu como não faltam razões para apresentar a atividade física a seu melhor amigo?




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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Hotel, Creche Canina em São Vicente 13 99178-4447


Por que gatos ronronam? Entenda o comportamento dos bichanos


Quem diz que gato não sabe demonstrar seu amor, certamente, não conviveu com esses pets encantadores! Muito carinhosos, os gatos sabem sim mostrar seus sentimentos de maneira única. É justamente enquanto recebem uma carícia, que, muitas vezes, os gatos fazem um barulho estranho, o clássico ronronar dos bichanos! Mas afinal, por que gatos ronronam?

O que é o ronronar?

O real motivo do ronronar dos gatos é algo que ainda intriga muitos tutores e mesmo estudiosos. Apesar disso, reconhecer esse som característico é uma tarefa bem mais fácil. Tanto é que, mesmo quem não convive com bichanos, costuma saber identificar o ruído. Você já se perguntou como os gatos fazem isso?
De acordo com estudos, o som sai da garganta do pet. “O ronronar vem da contração e dilatação da glote, na região da laringe. Esse movimento faz com que o local produza uma liberação de ar, emitindo o barulho”.

Um comportamento primitivo

A razão pela qual gatos ronronam alto, muitas vezes, ainda causa dúvidas até mesmo em cientistas. No entanto, uma coisa é certa: eles aprendem a ronronar desde muito cedo. Alguns estudos indicam que com dois dias de vida os bichanos já conseguem emitir esse som.
Segundo algumas teorias, isso seria para chamar a atenção da mãe, facilitando a localização do filhote na hora de ela amamentar. Não à toa, acredita-se ser por isso que muitos gatos adultos ronronam na hora da refeição: associam o som ao ato de comer desde sua infância.

Todo gato ronrona?

A maioria dos gatos ronronam, mas nem todos! Especialistas acreditam que gatos que não tiveram a presença da mãe na primeira infância tendem a não ronronar. Como é um comportamento adquirido nessa fase, pets que não foram estimulados a ronronar desde cedo, possivelmente, não terão esse hábito durante a vida adulta.
Por isso, se seu bichano não emite o som característico, não se preocupe. Não é falta de afeto! O mais provável é que ele apenas não tenha aprendido a fazer isso.
Ah! E você sabia que o ronronar não é exclusivo dos gatos domésticos? Outros felinos, como o lince e o guepardo apresentam o mesmo comportamento. Já leões e tigres não ronronam, pois sua laringe possui estruturas diferentes e próprias para outro som: o rugido. Nesse sentido, estudiosos hoje dividem os felinos entre os que rugem e os que ronronam.



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quarta-feira, 22 de maio de 2019

Hotel, Creche, Day Care em São Vicente 13 99178-4447

Brinquedos para pets: aprenda a escolher as melhores opções


Embora existam exceções que acabam por confirmar a regra, a verdade é que, hoje em dia, boa parte dos pets passa o dia todo dentro de casa, sem muito o que fazer e sem ter com quem interagir.
Pensando nisso, fica fácil entender a importância dos brinquedos na vida dos animais de estimação. Afinal, além de estimular o movimento e um maior gasto de energia, os brinquedos para pets também são ótimos para entreter e desestressar nossos amigos.

Como escolher brinquedos para pets

Quando o assunto são brinquedos pet, a gente logo pensa em diversão. E isso não está errado! No entanto, assim como acontece na escolha de brinquedos para crianças, também é muito importante pensar na segurança. Senão, o que era para ser divertimento pode, rapidamente, se transformar em um problema de saúde. Veja dicas para fazer a escolha certa de brinquedos para pet:
Ofereça somente brinquedos desenvolvidos exclusivamente para a espécie do seu pet. Só assim você tem certeza de que os materiais usados serão seguros e atóxicos para ele;
A idade e o porte do animal de estimação também devem ser levados em consideração. Brinquedos pequenos demais podem ter suas partes ingeridas pelo pet, já um brinquedo muito grande pode fazer com que ele perca o interesse na brincadeira;
 Lembre-se que, apesar de mais caros, brinquedos mais resistentes, como as cordas e os mordedores, duram mais, são mais seguros e precisam ser trocados com menos frequência;

Dê prioridade à variedade e não à quantidade;

 Embora novas brincadeiras possam ser estimuladas, procure descobrir as preferências do pet e adquira brinquedos que vão de encontro a elas!
Brinquedo para cachorro: um tipo para cada ocasião
Seja seu pet cachorro, gato, ave ou roedor, os melhores brinquedos sempre são aqueles que estimulam instintos naturais e a inteligência dos animais de estimação.
Mas, da mesma forma que a gente costuma preferir um tipo de atividade quando estamos sozinhos e outro quando estamos com amigos, os brinquedos mais recomendados para os cães também podem variar de acordo com a ocasião. Confira algumas delas:
Para estimular a interação entre dois pets: proporcionar bons momentos entre dois cachorros é uma das melhores formas de fortalecer o vínculo entre eles. Entre os brinquedos interativos disponíveis para que eles brinquem juntos estão cordas, discos e brinquedos com duas pontas.
Para fortalecer o vínculo entre cão e tutor: brinquedos não são importantes só para quando cães estão sozinhos. Eles também são uma ótima maneira de interagir e de se divertir com nossos amigos. Para isso, também vale apostar em brinquedos com duas pontas, como cabos de guerra, assim como em discos, bolinhas e outros que possamos arremessar.
Para gastar bastante energia: de maneira geral, todos os brinquedos proporcionam bem-estar ao pet, mas, se o objetivo é gastar energia, as melhores opções são aquelas que o colocam para correr, como arremesso de discos e de bolinhas.
O Gasto de energia do cãozinho também pode ser feito em Hotel, Creche, junto com a recreação do adestrador, ou ate mesmo do dono que poderá passar o dia todo com seu filho de 4 patas!
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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Hotel, Creche em São Vicente 13 99207-1503


Gato toma banho? Descubra mais sobre a higiene dos bichanos!

Os gatos são conhecidos por sua independência. Por conta disso, muitos tutores não se preocupam tanto se o gato toma banho, visto que os bichanos passam longos momentos se limpando, por meio de delicadas lambidas.


Mas será que o “banho de gato” é, de fato, suficiente para fazer a limpeza do pet ou gato precisa tomar banho? Vamos descobrir mais sobre o assunto, trazendo 5 mitos e verdades sobre a higiene dos bichanos!

1 – Gato toma banho sozinho

Verdade! Gatos são muito independentes e se cuidam até na hora do banho. As lambidas dos bichanos são bem conhecidas entre os tutores. É a chamada “autolimpeza”, um processo parecido ao banho.
Quem já levou uma lambida de um gato sabe que eles possuem línguas muito ásperas. Isso auxilia no momento de sua higiene, retirando as impurezas e pelos mortos. Mas se seu pet estiver se lambendo demais, procure um veterinário. Algumas doenças causam incômodos que levam os pets às lambidas excessivas, como pulgas e carrapatos.

2 – Posso dar banho no gato toda semana

Mito! Como todos sabem, os gatos conseguem se limpar com suas famosas lambidas. Especialistas recomendam que o bichano passe, ocasionalmente, por um banho mais profundo, para retirar as impurezas que podem se acumular.

3 – Banho estressa o gato

Não é bem assim. Na verdade, tudo depende da adaptação.  Por serem animais que possuem uma baixa frequência de banho, isso faz com que eles se estressem mais durante o procedimento.
A água deve estar sempre morna: isso não só facilita o contato para os pets, que preferem um banho mais quentinho, como evita doenças e infecções.
Os produtos devem ser escolhidos com cuidado: já que os gatos são muito sensíveis a cheiros. Assim, é sempre recomendado levar seu filho de quatro patas em um pet shop confiável.
Além disso, o banho é um importante recurso para deixar a pelagem de gatos sempre linda, quando combinada com outros cuidados, como a alimentação e a escovação do pelo.

4 – Gato não gosta de água

Não é bem assim também. Os gatos, realmente, possuem menos simpatia pela água e dificilmente vão brincar na piscina ou na chuva, como os cachorros fazem. Acredita-se que essa aversão vem da origem dos felinos.

5 – Banho em gato filhote faz mal

Mito! Na verdade, estudos indicam que o melhor para acostumar os gatos com a água é apresentá-los a ela o mais cedo possível. Isso deixará o hábito do banho mais fácil no futuro.
Para quem pergunta com quantos meses pode dar banho em gato, não se preocupe: o processo pode se iniciar bem cedo. A partir de dois meses já é indicado iniciar o processo de adaptação aos banhos.
Utilizar água morna e realizar o procedimento em um ambiente calmo e sem barulho também auxilia o gato a se acostumar, aos poucos, com a água.

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quinta-feira, 2 de maio de 2019

Hotel/Creche em São Vicente 13 99207-1503

As  melhores formas de socializar um cachorro


Os veterinários e especialistas em comportamento animal sempre nos alertam sobre a importância da socialização dos cães. Não importa se se tratam de filhotes ou de cães adultos, é a ferramenta fundamental para que o bichinho reaja de maneira adequada perante diferentes situações. Mas, quais são as melhores formas de socializar um cão? 

Por que é importante socializar os animais de estimação

A socialização de nosso amigo de quatro patas permitirá ao animal de estimação não sentir medo nem se mostrar agressivo diante de:

Pessoas desconhecidas
Outros animais
Ambientes que possam parecer-lhe estranhos

Considere que socializar um cão de maneira adequada com certeza evitará a maioria dos problemas de comportamento que o bichinho pode apresentar . Além disso, um cão que foi bem socializado também será mais fácil de ser adestrado.
Socializar um cão é algo fundamental para que o animalzinho cresça sem medo e não desenvolva comportamentos agressivos. Conheça quais as melhores formas para conseguir isso.

Conheça as melhores maneiras para socializar um cachorro

Ainda que a socialização de um bichinho seja um processo que se estenda ao longo do tempo, é importante que seja bem trabalhada nos três primeiros meses de vida dele. De qualquer maneira, se você se encontra diante de um cão adulto que não foi socializado adequadamente, não fique desesperado, também existem formas de se reverter essa situação.

Programe visitas a sua casa para que seu animal de estimação comece a se habituar com a presença de outros animais e pessoas

O ideal é que você gere um ambiente lúdico, assim seu cãozinho vai relacionar o contato com outros seres vivos a situações positivas.
Resumindo, o que seu filhote deve ter bem claro é que, além de seus donos, outras pessoas podem fazer carinho nele e brincar com ele. E que se relacionar com seus semelhantes é algo normal. Assim, deixe-o farejar, brincar e, inclusive, simular uma “luta”: é um programa divertido.

Faça com que seu cachorro conheça diferentes ambientes

Uma vez que seu cão já tenha cumprido o cronograma da caderneta de vacinação, é hora de ir à rua começar a dar os primeiros passeios. Lá, voltará a se encontrar com humanos e animais que são estranhos. Mas já aprendeu que é normal se relacionar com eles.
Mas, agora também deve aprender que existe um novo entorno, que ele não deve temer. Por isso, sempre tomando as devidas precauções, e sem deixá-lo agoniado, permita-lhe explorar e ir se habituando aos barulhos dos motores e das buzinas. E também aos cães que, possivelmente, possam parecer-lhe gigantes ou, a princípio, pouco amigáveis.
É importante, além disso, que você o faça conhecer diferentes ambientes, tanto da cidade quanto do campo.

Leve-o em Crehe, hotéis, e day care caninos, na recreação ele aprenderá a conviver com outros cães, e além disso, se divertir bastante também.

Leve-o também em encontros caninos, de raças especificas, ou ate mesmo todas as raças juntas. 

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segunda-feira, 29 de abril de 2019

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Seu Cachorro é agitado? Confira as dicas para gastar as energias dele!


Você tem em casa um cachorro agitado, desses que não para um segundo e parece ter energia inesgotável? Acredite, o “problema” tem solução.

Em primeiro lugar, é importante entender porque o seu cãozinho age assim. Em geral, a agitação está ligada a três fatores:

a raça, que pode apresentar um nível de energia mais alto que outras, não dá para esperar, por exemplo, que um labrador se comporte como um pug ;

a inatividade, ou seja, seu cachorro passa por longos períodos sem ter o que fazer e acaba ficando entediado;
a ansiedade, problema comum em cães cujos tutores precisam passar o dia todo fora.

4 dicas para quem tem um cachorro agitado em casa


1. Invista em um day care 

Se você precisa passar muito tempo fora de casa, é natural que o cachorro fique agitado, ansioso e entediado. Por isso, nada melhor do que investir em um day care para o seu cãozinho.

Esse tipo de espaço é perfeito para cachorros que precisam de atividade, liberdade e companhia durante o dia. Além de diminuir a agitação do seu cachorro, o day care conta com uma equipe que promove a educação e socialização, fundamental para que o cão não se torne medroso, ansioso ou mesmo agressivo quando em contato com outras pessoas e animais.

Dessa maneira, seu cachorro tem companhia o dia todo, desenvolve seus comportamentos naturais e ganha muito mais qualidade de vida!

2.  Premie comportamentos tranquilos

Se você oferece um petisco ou mesmo um afago quando o cachorro está agitado para deixá-lo mais tranquilo, tudo que vai conseguir fazer é ensiná-lo que aquele comportamento é adequado, já que ele vai associar a recompensa à sua atitude imediata.

Por isso, espere que o cachorro se tranquilize e só então ofereça um prêmio. Dessa maneira, fica mais fácil para ele entender que o comportamento relaxado é passível de recompensa, enquanto o eufórico não.

3. Priorize os brinquedos inteligentes em casa

Se a ideia é deixar o cachorro agitado mais tranquilo, procure focar a atenção do animal em brinquedos que estimulam a mente quando estiver em casa. Uma boa ideia são aqueles que contêm ração ou um petisco dentro e que exigem do cão alguma “estratégia” para alcançá-lo.

4. Brinque com ele ao ar livre

Quer deixar o cachorro agitado mais tranquilo? Então sempre que tiver aquele espaço na agenda, passe um tempo com ele ao ar livre!
Caminhadas, brincadeiras no parque… Todo tipo de programa que promova a socialização e gaste energia é válido!

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